28.8.12
14.8.12
Tu...
Muitas, muitas são as cores,
com que te fazes ouvir.
São fragâncias, odores...
Tão bons são de sentir.
Nos teus gestos, delicadeza.
ondas do mar, fazem lembrar.
Sentimentos com grandeza,
um bater de asas, e voar...
O beijo... Ah!!! Sinfonia...
Orquestra bem afinada!...
O mundo ao redor em folia,
só os anjos dão uma mirada!
8.8.12
27.7.12
24.6.12
Meras quimeras...
Sinceras as sombras que nos teus
olhos se reflectem.
Meras recordações de tempos gastos.
Tempos que como água do rio, sossegaram no mar.
Tempos que como nuvens o vento levou! E que sobrou? Um tudo de nada, um nada de tudo!
Quimeras, vivências, ensinamentos, experiências de vida, lições!
Tempos que se reencontram em cada olhar, em cada esquina dobrada, em interrogações.
Ilusões, fábulas, histórias, provérbios e pensamentos.
Tudo sombras, de tempos, de ventos que por nós sopraram, de águas que por nós passaram.
Meras recordações de tempos gastos.
Tempos que como água do rio, sossegaram no mar.
Tempos que como nuvens o vento levou! E que sobrou? Um tudo de nada, um nada de tudo!
Quimeras, vivências, ensinamentos, experiências de vida, lições!
Tempos que se reencontram em cada olhar, em cada esquina dobrada, em interrogações.
Ilusões, fábulas, histórias, provérbios e pensamentos.
Tudo sombras, de tempos, de ventos que por nós sopraram, de águas que por nós passaram.
1.6.12
Manuela Moura Guedes - Fortuna É (1982)
Manuela Moura Guedes
Fortuna é ter sempre ambições,
Fortuna é um arquivo de emoções.
Ser simplesmente
Código diferente,
Amealhar toda a gente...
Fortuna é um cofre forte de visões,
Fortuna é um banco de memorizações.
Juro presente,
Vale pendente,
Conta corrente de alguém
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o preço, o preço final
Fortuna é monopólio de ilusões,
Fortuna é um cheque de ilustrações.
Ser simplesmente
Código diferente,
Amealhar toda a gente
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o lucro, o lucro final
Fortuna é ter sempre ambições,
Fortuna é um arquivo de emoções.
Juro presente,
Vale pendente,
Conta corrente de alguém
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o preço, o preço final,
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o lucro, o lucro final.
Fortuna é um arquivo de emoções.
Ser simplesmente
Código diferente,
Amealhar toda a gente...
Fortuna é um cofre forte de visões,
Fortuna é um banco de memorizações.
Juro presente,
Vale pendente,
Conta corrente de alguém
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o preço, o preço final
Fortuna é monopólio de ilusões,
Fortuna é um cheque de ilustrações.
Ser simplesmente
Código diferente,
Amealhar toda a gente
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o lucro, o lucro final
Fortuna é ter sempre ambições,
Fortuna é um arquivo de emoções.
Juro presente,
Vale pendente,
Conta corrente de alguém
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o preço, o preço final,
Que sabe que a vida é um empréstimo banal
E a morte apenas o lucro, o lucro final.
31.5.12
Foram cardos Foram prosas
Manuela Moura Guedes
Há luz sem lume aceso
Mas sem amar o calor
À flor de um fogo preso
À luz do meu claro amor
Há madressilvas aos pés
E águas lavam o rosto
Dedos que tens em rés pés
Oh, meu amante deposto
Não foram poemas nem rosas
Que colheste no meu colo
Foram cardos, foram prosas
Arrancadas do meu solo
Porque tu ainda me queres
O amor que ainda fazemos
Dá-me um sinal se puderes
Sejamos amantes supremos
Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será no alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim
Mas sem amar o calor
À flor de um fogo preso
À luz do meu claro amor
Há madressilvas aos pés
E águas lavam o rosto
Dedos que tens em rés pés
Oh, meu amante deposto
Não foram poemas nem rosas
Que colheste no meu colo
Foram cardos, foram prosas
Arrancadas do meu solo
Porque tu ainda me queres
O amor que ainda fazemos
Dá-me um sinal se puderes
Sejamos amantes supremos
Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será no alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim
Variação
Carregar para vender, levantar para comprar!
Bem aviado... A "esbordar"...
A crescer e a minguar, como pôr àgua no vinho!
Mais ou menos abonado...
De catulo!!!
Arrobas e quartilhos,
... quartos e meios, salas cheias!
Almudes de sonhos.
Centos de desilusões...
Alqueires e grosas, duzias a oitavos!
Três quartos e quartos inteiros...
Kilos, litros, atados a molhos...
Três tostões de sabão... Pipas a bardas!
Cartuchos por grosso, quarteirões a retalho!
Resmas, milhares, maços e fardos.
Fardo de vida, a medir, a pesar
Sempre a penar!
Sem tempo para rimar...
Bem aviado... A "esbordar"...
A crescer e a minguar, como pôr àgua no vinho!
Mais ou menos abonado...
De catulo!!!
Arrobas e quartilhos,
... quartos e meios, salas cheias!
Almudes de sonhos.
Centos de desilusões...
Alqueires e grosas, duzias a oitavos!
Três quartos e quartos inteiros...
Kilos, litros, atados a molhos...
Três tostões de sabão... Pipas a bardas!
Cartuchos por grosso, quarteirões a retalho!
Resmas, milhares, maços e fardos.
Fardo de vida, a medir, a pesar
Sempre a penar!
Sem tempo para rimar...
29.5.12
Batendo...

Que estranho bater este...
Que me bate!
Que do passado vem batendo...
De segredos esse bater...
Que em mim transborda...
Que a minha alma desnuda...
Que vem de onde o sol nasce...
De onde a Lua descansa...
E que brilha...
Iluminando-me...
Batendo no meu coração!
28.5.12
Soltas, aladas...
Brandas, expressivas, afagam o
sentir;
Palavras que demoram o tempo,
as levam o vento e aquecem ao
ouvir:
Que sossegam no coração ecoando;
Palavras, suspiros e gritos, à
porta da alma,
Pétalas ou lâminas
Dor ou amor
Palavras, simples palavras...
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